Redes de Futuro!
- JSD Évora
- 5 de jun. de 2021
- 2 min de leitura
Existe um conjunto de situações em que apenas nos podemos socorrer do argumento do preconceito ideológico, para explicar o facto de certo e determinado tipo de coisas não acontecerem, bem como em muitos momentos não constatarmos a natural evolução na vida de municípios e respectivos concelhos.
Um perfeito exemplo disso mesmo, é o facto de sabermos que Câmara Municipal de Évora continua sem querer integrar o Município na Rede Nacional de Municípios amigos da Juventude, «iniciativa» promovida pela FNAJ (Federação Nacional das Associações Juvenis), recusa que a própria CME continua a reiterar. Se queremos de facto orgulharmo-nos de ter um concelho amigo dos jovens, que se preocupe com estes, e acima de tudo promova políticas e redes para os fixar aqui, não podemos de forma alguma achar que estas recusas são o caminho para tal. Decisões desta índole apenas nos distanciam e tiram competitividade face a outros territórios, colocando inclusivamente em causa o nosso desenvolvimento; afinal de contas, qual o jovem que quer fixar-se com contexto onde não há dinâmica e oportunidades?! É mesmo caso para dizer que não são parques de estacionamento inaugurados antes de eleições que nos resolvem os problemas.
A aposta na juventude não pode apenas ser da boca para fora, por assim dizer; sejam os jovens oriundos da nossa região ou os que escolhem Évora para trabalhar ou estudar, todos devem sentir o conforto de oportunidades proporcionadas pela edilidade, o carinho de um concelho que os queira valorizar e apostar nas suas capacidades em prol do desenvolvimento; ainda para mias numa cidade, que bem, se orgulhar de se estar a candidatara a Capital Europeia da Cultura em 2027.
Tenhamos então o bom senso de assumir que o Concelho de Évora não pode ficar para trás pela teimosia de fazer diferente só porque sim, as coisas devem ser feitas de forma sustentada, e este tipo de redes são um importante contributo nesse sentido.
Ainda vamos a tempo de aproveitar, e entrar nos comboios que continuam a passar; saibamos nós enquanto concelho, não deixar as coisas chegar a um irremediável ponto de não retorno.
Um abraço amigo…
António Vieira!





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